Por Rafael Dantas
Jornal do Commercio (31/01/2011)
Empresa do Agreste faz gol de placa nos negócios ao fornecer uniformes para diversos times
Presente nos padrões da maioria dos clubes do futebol pernambucano, a Rota do Mar, empresa do Agreste, que tem sua sede em Santa Cruz do Capibaribe, pretende estar presente é no guarda roupa dos torcedores. A produção de material esportivo representa um dos trunfos do trabalho de marketing da empresa para popularizar a marca. Só no Campeonato Pernambucano, entre patrocínios e fornecimento de material, a empresa investe nada menos que R$ 500 mil. Além disso, a Rota do Mar já cruzou o continente, aparecendo em campeonatos nacionais e até na Libertadores da América.
No Campeonato Pernambucano 2011, dos 12 clubes que jogam na primeira divisão, seis vestem padrões fabricados pela Rota do Mar e outros três são patrocinadas. Apenas os clubes da Capital – Santa Cruz, Sport e Náutico – não têm a marca estampada na camisa. Do Agreste, o Porto, de Caruaru, e o Ypiranga, de Santa Cruz do Capibaribe, usam uniformes da empresa, que veste ainda os times do América, Cabense, Petrolina e Araripina. Além das camisas, todos os estádios têm anúncios da marca.
“Estamos com todos os clubes do interior, como fornecedores ou patrocinadores. Procuramos avançar nos times menores, sem esquecer dos grandes. Já fizemos ações também com os clubes da capital”, explica Vicente Neto, coordenador de marketing da Rota do Mar. Neste ano, o lançamento dos uniformes do América e do Central, com a presença da modelo Viviane Araujo, foi uma das ações da empresa com grande repercussão para a marca.
Além de Pernambuco, a empresa, que tem abrangência nacional, com 800 pontos de venda espalhados pelo Brasil, fornece material para quatro times paraibanos e está fechando com o Gama, de Brasília, e o Comercial, do Piauí. O último, fará no próximo mês uma partida oficial contra o Palmeiras, na primeira rodada da Copa do Brasil. A oportunidade de aproveitar a divulgação nacional levou a Rota do Mar a procurar o clube piauiense. Em 2009, a empresa de Santa Cruz do Capibaribe ousou e levou material esportivo para o clube colombiano do Independiente Medellín, que na época disputou a Copa Libertadores.
As ações voltadas para os campos de futebol começaram há dez anos na Rota do Mar. Segundo a empresa, apenas agora começa a ter uma demanda por distribuição desses produtos, mas o grande interesse de entrar nesse mercado foi de potencializar a marca. “O grande retorno que temos é o fortalecimento do nome Rota do Mar. A produção em si não é intensa, apenas agora começamos a ter demanda”, afirmou Vicente Neto.
Após aumentar o faturamento em 15% em 2010, a meta da empresa é de no mínimo manter o ritmo de crescimento em 2011. A empresa do Agreste, com 280 funcionários, tem uma produção mensal de 120 mil peças, que são vendidas para todo o País. Em Pernambuco, além dos pontos de venda e representantes, a Rota do Mar conta com cinco lojas, duas em Santa Cruz do Capibaribe, uma em Toritama e duas em Caruaru.
SOLIDARIEDADE
Até o dia 10, a Rota do Mar, a Moda Center Santa Cruz (Parque de feiras), Associação Empresarial de Santa Cruz do Capibaribe (Ascap) e a Câmara de Dirigentes Lojistas de Santa Cruz do Capibaribe estão arrecadando donativos para desalojados e desabrigados dos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Santa Catarina. Tanto das lojas da empresa e as sedes das entidades participantes serão pontos de arrecadação de alimentos não perecíveis, roupas, água mineral e produtos de higiene pessoal.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Ser verde custa bem mais caro
Por Lara Holanda e Rafael Dantas
Publicado no Jornal do Commercio (06/02/2011)
Valor alto nos supermercados dos produtos com características de ecologicamente corretos ainda inibe a procura dos brasileiros por este tipo de item
Embora o termo sustentabilidade seja muito usado, comprar produtos biodegradáveis que não agridem o meio ambiente ou diminuir o consumo e o gasto de energia ainda não são hábitos incorporados pela maioria das pessoas. Uma das razões disso é o alto preço que se paga por produtos que trazem estampado na embalagem as características de ecologicamente corretos, recicláveis, biodegradáveis ou orgânicos.
Numa pesquisa informal realizada pela equipe do JC, uma pequena feira de produtos sustentáveis chega a ser 46% mais cara em relação à de produtos equivalentes que não possuem essa diferenciação. A maior parcela da população brasileira está incluída na classe C e possui uma renda familiar entre quatro e dez salários mínimos – atualmente fixado em R$ 540 –, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Um brasileiro que recebe mensalmente R$ 2.160 e resolve comprar apenas os dez itens listados na pesquisa informal realizada pela reportagem gastaria R$ 61,37 em produtos “verdes” contra R$ 41,85 numa cesta com produtos equivalentes que não fossem sustentáveis. A variação do preço das cestas chega a 46,6%.
Embora sejam mais caros, a pensionista Conceição Lima prefere levar os produtos orgânicos e os recicláveis quando tem a possibilidade. “Mesmo que sejam mais caros, compensam porque são mais sadios, não levam agrotóxico e não agridem o meio ambiente”, comenta. A administradora Renata Dornellas também tem essa preocupação na hora de comprar. Mas nem sempre ela leva todos os produtos ecologicamente corretos que deseja. Além de não encontrar tanta oferta desses produtos como deseja, realmente sento o peso no bolso. “Acho que eles aumentam cerca de 20% o preço da feira. Às vezes você para, pensa e acaba abrindo mão de levar um produto.”
Do carrinho cheio de compras da administradora, apenas dois produtos eram “verdes”: o quiabo orgânico e o pacote de esponja para prato. “Se os preços fossem mais acessíveis, a maioria das pessoas compraria. Mas, com esses preços, é quase impossível para uma pessoa de renda baixa fazer uma feira dessas”, pondera. Entre as razões que tornam esses artigos mais caros, está a produção em menor quantidade, geralmente realizada por pequenos agricultores que também enfrentam gastos com transporte.
Como ainda é pequeno o número de pessoas com a consciência de um consumo sustentável, as grandes empresas também oferecem uma oferta menor de produtos com essa preocupação. “A demanda ainda é pequena, mas a oferta também é menor, o que encarece os produtos disponíveis.”, observa a professora do Departamento de Economia Doméstica da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) Fátima Massena.
De acordo com a professora, ainda é preciso trabalhar a educação ambiental e de consumo da maioria da população, para que a demanda por produtos sustentáveis vá além do discurso, forçando produtores e fornecedores a também se adaptarem a essa realidade. “Quando acrescentamos na feira os produtos sustentáveis, pagamos uns R$ 130 a mais na conta. Isso dificulta o acesso ao consumo desses produtos. Além de haver pouca variedade, a oferta ainda é pequena, os produtores não têm tanta preocupação com a embalagem, os consumidores também não modificaram os hábitos. Agora é que as empresas e os consumidores começaram a se preocupar e se adaptar a essas mudanças de hábitos”, observa Fátima Massena.
“Incorretos” somam 95% do País
Você já parou para pensar sobre a origem dos produtos que consome? Se a fabricação respeita o meio ambiente ou se a empresa trabalha preocupada com a sustentabilidade ambiental? Caso não, você integra atualmente um nada seletivo grupo de 95% dos brasileiros que ainda não estão integrados ao costume do consumo consciente. Apesar dos dados nada animadores, os especialistas de mercado acreditam que a procura por produtos “sustentáveis” vai crescer em breve, principalmente com a massificação do discurso, presente em diversas campanhas educativas e anúncios publicitários.
Pesquisa dos institutos Akatu e Ethos revelou que a fatia de consumidores conscientes permaneceu em 5%, entre 2006 e 2010. O levantamento, que ouviu 800 pessoas de nove regiões metropolitanas brasileiras, incluindo Recife e outras três capitais, mapeou 13 tipos de comportamento como: comprar produtos orgânicos ou feitos com material reciclado e ler rótulos de produtos antes de decidir uma compra. “A sustentabilidade tem que ser observada por três ângulos: a questão ambiental, econômica e social, questões que o consumidor brasileiro ainda não está preocupado”, afirmou o consultor especialista em marketing e estratégia de negócios, Bento Albuquerque.
INDIFERENTES
Um dado alarmante apontado pelo estudo foi o crescimento da população considerada indiferente quanto ao consumo consciente. Os indiferentes – que possuem no máximo quatro comportamentos sustentáveis – representavam 25% dos consumidores, e passaram para 37% no ano passado. A razão apontada pelos especialistas está relacionada ao crescimento da classe C, aumento de renda da população e democratização do acesso ao crédito. O estudo considera que o primeiro momento após esse novo contexto social e econômico, citado como “festa do consumo”, é o mais difícil para se incorporar comportamentos ligados a um consumo mais consciente e sustentável.
O estudante de design Tomáz Alencar, 19 anos, é um dos que se enquadra do grupo dos consumidores conscientes. Comportamentos simples, como usar eco bag, optar por produtos naturais e observar selos de reciclagem, o diferenciam da maioria da população. Comprometido, ele faz até palestras sobre sustentabilidade e criou um blog sobre o tema. “Tentei incentivar as pessoas a se preocuparem com o meio ambiente, mas a maioria das pessoas não quer nem saber. Me sinto meio sozinho nesse mundo.”
Novos consumidores estão longe da sustentabilidade
O apelo ao consumo por produtos ecologicamente corretos está engatinhando no Brasil. Segundo dados de um estudo realizado pelos institutos Akatu e Ethos, 56% de 800 pessoas entrevistadas em todas as regiões do Brasil nem sequer ouviram falar sobre o termo sustentabilidade, 19% apresentaram uma definição errada e 9% já ouviram sobre o assunto, mas não sabiam explicar o assunto. Na classe C, a conclusão é evidente. “Quando uma nova parcela da população tem mais renda, a primeira expectativa é apenas o consumo em si. Isso não significa que as pessoas não se importam com a questão do consumo social, embora não se reflita no momento do consumo”, diz o professor de publicidade da Unicap e consultor de branding, Rodrigo Duguay.
Para os especialistas, o crescimento da responsabilidade ambiental da população se dará de forma lenta e ancorada num esforço em comunicação. Mas, apesar da parcela enorme de pessoas ainda desinteressadas sobre o assunto, os comprometidos já representam um mercado consumidor amplo, principalmente pelo fato de serem um grupo com maior poder de compra. “Por mais que o percentual não seja tão significativo, em determinados mercados de bilhões de dólares, esses 5% podem ser o fator determinante para a vitória ou o fracasso de uma marca. A indústria tem que agir antes que a tendência se consolide. As empresas que esperarem esse percentual de comprometimento crescer para investir em sustentabilidade vão perder mercado”, analisa Duguay.
Os números revelam uma realidade de desconhecimento sobre o tema, explicado pelo consultor Bento Albuquerque como o fruto da falta de uma cultura sustentável no Estado e no meio empresarial. “Os países desenvolvidos tem um consumo mais consciente porque o Estado começou a estabelecer normas e padrões para esse fim. No Brasil, esse movimento está apenas começando.” (R.D)
Publicado no Jornal do Commercio (06/02/2011)
Valor alto nos supermercados dos produtos com características de ecologicamente corretos ainda inibe a procura dos brasileiros por este tipo de item
Embora o termo sustentabilidade seja muito usado, comprar produtos biodegradáveis que não agridem o meio ambiente ou diminuir o consumo e o gasto de energia ainda não são hábitos incorporados pela maioria das pessoas. Uma das razões disso é o alto preço que se paga por produtos que trazem estampado na embalagem as características de ecologicamente corretos, recicláveis, biodegradáveis ou orgânicos.
Numa pesquisa informal realizada pela equipe do JC, uma pequena feira de produtos sustentáveis chega a ser 46% mais cara em relação à de produtos equivalentes que não possuem essa diferenciação. A maior parcela da população brasileira está incluída na classe C e possui uma renda familiar entre quatro e dez salários mínimos – atualmente fixado em R$ 540 –, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Um brasileiro que recebe mensalmente R$ 2.160 e resolve comprar apenas os dez itens listados na pesquisa informal realizada pela reportagem gastaria R$ 61,37 em produtos “verdes” contra R$ 41,85 numa cesta com produtos equivalentes que não fossem sustentáveis. A variação do preço das cestas chega a 46,6%.
Embora sejam mais caros, a pensionista Conceição Lima prefere levar os produtos orgânicos e os recicláveis quando tem a possibilidade. “Mesmo que sejam mais caros, compensam porque são mais sadios, não levam agrotóxico e não agridem o meio ambiente”, comenta. A administradora Renata Dornellas também tem essa preocupação na hora de comprar. Mas nem sempre ela leva todos os produtos ecologicamente corretos que deseja. Além de não encontrar tanta oferta desses produtos como deseja, realmente sento o peso no bolso. “Acho que eles aumentam cerca de 20% o preço da feira. Às vezes você para, pensa e acaba abrindo mão de levar um produto.”
Do carrinho cheio de compras da administradora, apenas dois produtos eram “verdes”: o quiabo orgânico e o pacote de esponja para prato. “Se os preços fossem mais acessíveis, a maioria das pessoas compraria. Mas, com esses preços, é quase impossível para uma pessoa de renda baixa fazer uma feira dessas”, pondera. Entre as razões que tornam esses artigos mais caros, está a produção em menor quantidade, geralmente realizada por pequenos agricultores que também enfrentam gastos com transporte.
Como ainda é pequeno o número de pessoas com a consciência de um consumo sustentável, as grandes empresas também oferecem uma oferta menor de produtos com essa preocupação. “A demanda ainda é pequena, mas a oferta também é menor, o que encarece os produtos disponíveis.”, observa a professora do Departamento de Economia Doméstica da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) Fátima Massena.
De acordo com a professora, ainda é preciso trabalhar a educação ambiental e de consumo da maioria da população, para que a demanda por produtos sustentáveis vá além do discurso, forçando produtores e fornecedores a também se adaptarem a essa realidade. “Quando acrescentamos na feira os produtos sustentáveis, pagamos uns R$ 130 a mais na conta. Isso dificulta o acesso ao consumo desses produtos. Além de haver pouca variedade, a oferta ainda é pequena, os produtores não têm tanta preocupação com a embalagem, os consumidores também não modificaram os hábitos. Agora é que as empresas e os consumidores começaram a se preocupar e se adaptar a essas mudanças de hábitos”, observa Fátima Massena.
“Incorretos” somam 95% do País
Você já parou para pensar sobre a origem dos produtos que consome? Se a fabricação respeita o meio ambiente ou se a empresa trabalha preocupada com a sustentabilidade ambiental? Caso não, você integra atualmente um nada seletivo grupo de 95% dos brasileiros que ainda não estão integrados ao costume do consumo consciente. Apesar dos dados nada animadores, os especialistas de mercado acreditam que a procura por produtos “sustentáveis” vai crescer em breve, principalmente com a massificação do discurso, presente em diversas campanhas educativas e anúncios publicitários.
Pesquisa dos institutos Akatu e Ethos revelou que a fatia de consumidores conscientes permaneceu em 5%, entre 2006 e 2010. O levantamento, que ouviu 800 pessoas de nove regiões metropolitanas brasileiras, incluindo Recife e outras três capitais, mapeou 13 tipos de comportamento como: comprar produtos orgânicos ou feitos com material reciclado e ler rótulos de produtos antes de decidir uma compra. “A sustentabilidade tem que ser observada por três ângulos: a questão ambiental, econômica e social, questões que o consumidor brasileiro ainda não está preocupado”, afirmou o consultor especialista em marketing e estratégia de negócios, Bento Albuquerque.
INDIFERENTES
Um dado alarmante apontado pelo estudo foi o crescimento da população considerada indiferente quanto ao consumo consciente. Os indiferentes – que possuem no máximo quatro comportamentos sustentáveis – representavam 25% dos consumidores, e passaram para 37% no ano passado. A razão apontada pelos especialistas está relacionada ao crescimento da classe C, aumento de renda da população e democratização do acesso ao crédito. O estudo considera que o primeiro momento após esse novo contexto social e econômico, citado como “festa do consumo”, é o mais difícil para se incorporar comportamentos ligados a um consumo mais consciente e sustentável.
O estudante de design Tomáz Alencar, 19 anos, é um dos que se enquadra do grupo dos consumidores conscientes. Comportamentos simples, como usar eco bag, optar por produtos naturais e observar selos de reciclagem, o diferenciam da maioria da população. Comprometido, ele faz até palestras sobre sustentabilidade e criou um blog sobre o tema. “Tentei incentivar as pessoas a se preocuparem com o meio ambiente, mas a maioria das pessoas não quer nem saber. Me sinto meio sozinho nesse mundo.”
Novos consumidores estão longe da sustentabilidade
O apelo ao consumo por produtos ecologicamente corretos está engatinhando no Brasil. Segundo dados de um estudo realizado pelos institutos Akatu e Ethos, 56% de 800 pessoas entrevistadas em todas as regiões do Brasil nem sequer ouviram falar sobre o termo sustentabilidade, 19% apresentaram uma definição errada e 9% já ouviram sobre o assunto, mas não sabiam explicar o assunto. Na classe C, a conclusão é evidente. “Quando uma nova parcela da população tem mais renda, a primeira expectativa é apenas o consumo em si. Isso não significa que as pessoas não se importam com a questão do consumo social, embora não se reflita no momento do consumo”, diz o professor de publicidade da Unicap e consultor de branding, Rodrigo Duguay.
Para os especialistas, o crescimento da responsabilidade ambiental da população se dará de forma lenta e ancorada num esforço em comunicação. Mas, apesar da parcela enorme de pessoas ainda desinteressadas sobre o assunto, os comprometidos já representam um mercado consumidor amplo, principalmente pelo fato de serem um grupo com maior poder de compra. “Por mais que o percentual não seja tão significativo, em determinados mercados de bilhões de dólares, esses 5% podem ser o fator determinante para a vitória ou o fracasso de uma marca. A indústria tem que agir antes que a tendência se consolide. As empresas que esperarem esse percentual de comprometimento crescer para investir em sustentabilidade vão perder mercado”, analisa Duguay.
Os números revelam uma realidade de desconhecimento sobre o tema, explicado pelo consultor Bento Albuquerque como o fruto da falta de uma cultura sustentável no Estado e no meio empresarial. “Os países desenvolvidos tem um consumo mais consciente porque o Estado começou a estabelecer normas e padrões para esse fim. No Brasil, esse movimento está apenas começando.” (R.D)
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